Elizangela programou sua gravidez para dedicar-se completamente a Cecília.
Elizangela Hernandez, 33 anos, é enfermeira em Alegrete, no interior do Rio Grande do Sul.
Quando me casei com Eduardo, há nove anos, ele e eu queríamos muito nos tornar pais, mas sem a afobação de ter logo uma criança em casa para completar a família. Isso porque a gente trabalhava e estudava. Ou seja, não tínhamos como conciliar casa, emprego, faculdade e um filho.
Aproveitamos nossa vida a dois por um bom tempo até que, finalmente, percebemos que era a hora de o nosso relacionamento se estreitar de vez. Decidimos ter nosso primeiro filho com tudo planejado desde o início: das consultas ginecológicas ao primeiro atraso na menstruação – que confirmou nossa suspeita.
Sim, eu estava grávida, pronta para ser mãe e iniciar uma nova trajetória. Aos quatro meses de gestação, soube o sexo do bebê: era uma menina, a pequena Cecília. Tive uma gravidez muito tranqüila, saudável, engordei apenas 10 kg e trabalhei até os oito meses e meio. Em julho de 2008, minha princesa veio ao mundo de cesárea com 51 cm e 3,8 kg. Ah, não posso me esquecer de como Eduardo e eu choramos no dia do nascimento dela.
Não consigo explicar o quanto a maternidade mudou minha vida, meus pensamentos e como amadureci. Cecília é tudo para mim e o amor que sinto por minha filha é imenso. Eu me dedico inteiramente a ela. Ser mãe é o maior presente que já ganhei.
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