O ultra-som mostrava que Graziela estava esperando uma menina, mas no dia do parto Gabriel surpreendeu a todos.
Graziela Raquel Cipriani Nascimento, 24 anos, é dona de casa em Blumenau, interior de Santa Catarina.
Eu e Paulo estávamos juntos havia cinco anos quando concluí que tinha chegado o momento de me tornar mãe. Ele não gostava muito da idéia, já que tivera um filho em outro relacionamento. Um dia, estávamos em casa quando notei um inchaço em meus seios. Meu marido também achava que eu tinha engordado. Daí, ele não pensou duas vezes antes de dizer: “Você está grávida, Graziela!”
No dia seguinte, um teste no laboratório confirmou a notícia com todas as letras. Paulo, que antes se mostrava meio relutante diante da idéia de ser pai novamente, vibrou com a novidade. Eu, então, nem se fala... Afinal, era meu primeiro bebê.
A gravidez transcorreu num clima de calma e tranqüilidade. Não tive enjôos nem desejos extravagantes. Segui o pré-natal direitinho e fiz todos os ultra-sons necessários, mas só deu para saber o sexo do bebê quase no fim da gestação, lá pelo oitavo mês. É que, a cada ultra-som, a criança insistia em ficar virada na direção da minha coluna. No último exame, meu obstetra, depois de analisar as imagens, disse que havia 90% de chance de eu ter uma menina.
Uma menina? Que maravilha! Compramos o enxoval todo cor-de-rosa. Só que, no dia do parto, em outubro de 2007, depois de passar por uma cesárea, descobrimos que quem estava chegando a nossa família era um menino: o Gabriel.
Ficamos desesperados porque tudo o que tínhamos levado para a maternidade era rosa. Paulo saiu correndo para pegar alguns macaquinhos amarelos que tínhamos ganhado no chá de bebê. Foi a nossa salvação. Depois dessa correria, a gente riu muito da peça que o Gabriel pregou em todos nós. Hoje ele está com 1 ano e 2 meses, enchendo nossos dias com muita alegria.
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