Patrícia já desconfiava que estava grávida de Cauã, mesmo com o resultado negativo do teste de farmácia.
Patrícia Guimarães, 32 anos, é professora em Jacareí, no interior de São Paulo.
Antes do meu casamento com Carlos, nem pensava em ser mãe. Mas assim que me casei o desejo de ter um filho veio à tona. Infelizmente, minha primeira gestação não se completou: tive um aborto. Em maio de 2007, algo me dizia que estava grávida. Meu marido não acreditou e pediu para eu fazer um daqueles testes de farmácia. Deu negativo. Mesmo assim, tinha certeza de que estava esperando uma criança. Então, fiz um segundo teste que... deu positivo!
Nem dá para descrever o tamanho da minha felicidade. Eu mal podia esperar para ter meu bebê nos braços. Mas estava um pouco amedrontada, afinal não tinha nenhuma experiência. Ficava imaginando como seria cuidar de uma criança tão pequenina. No terceiro mês de gestação, soube que viria ao mundo um menino. A gente já tinha até escolhido um nome: como o apelido do pai é Cau, decidimos que nosso filho se chamaria Cauã.
O dia do parto chegou. Queria muito que fosse normal, mas Cauã estava sentado. Assim, acabei sendo submetida a uma cesárea. Carlos ficou ao meu lado o tempo todo e assistiu à cirurgia do início ao fim. Quando ouvi o primeiro chorinho de Cauã, não agüentei e comecei a chorar também. O médico não hesitou em dizer: “É um meninão loiro e de olhos azuis!”. Carlos não conteve as lágrimas.
Cauã já está com 6 meses e a cada dia me apaixono mais pelo meu bebê. Ele passa o dia com as avós e a babá porque eu e meu marido trabalhamos. Mas chegar à noite em casa e vê-lo todo serelepe e com aquele sorrisão no rosto nos faz matar toda a saudade que sentimos dele durante o dia.
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