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Meu bebê

“Meu pequeno Taz”

Rafael ainda nem completou 1 mês, mas já está dando o que falar, revela a paulistana Lilian, também mãe de Sabrina, 5 anos.

Lilian L Rodrigues, 40 anos, representante comercial.
20/03/2008, São Paulo – SP

Meu marido, o Milton, sempre foi muito apegado à minha filha mais velha, a Sabrina, de 5 anos. É um grande amor. Daí, ele queria ter um segunda criança para compartilhar todo esse afeto. Confesso que fiquei relutante. Além de meu trabalho, pus na balança outros dois fatores: a atenção que uma criança exige e o custo financeiro adicional. Na época eu e o Milton estávamos com 39 anos – ele dizia que, se não tivéssemos o segundo filho até os 40, não teríamos mais nenhum outro bebê. No fim, disse: “Então, vamos arriscar”. Na primeira tentativa, engravidei.

Fui fazer a primeira consulta do pré-natal na sexta semana de gestação. A médica detectou que a minha pressão estava alta -- meu marido ficou apavorado ao saber que o problema podia deixar seqüelas até na mãe. Passei a medir a pressão todos os dias, mas o quadro só piorava. Quatro ou cinco dias depois da consulta, ela subiu muito. Estava nervosa com o trabalho, porém nada muito diferente do normal. Voltei à médica e ela diagnosticou um princípio de descolamento de placenta. Aí, ela me deu 15 dias de licença.

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