Conteúdo
produzido por:

Meu bebê

Este aqui já deu trabalho!

Nem a gestação nem o parto de Lohan foram exatamente um mar-de-rosas. Mas quem vai se lembrar disso agora?

Renata Bojanowshi, 27 anos, é auxiliar administrativo em Curitiba, no Paraná

Eu já era mãe de um menino de 5 anos quando conheci o Emerson. Casamos após só três meses de namoro e logo resolvemos ter um filho. Ele tinha muita vontade de ser pai. Mas, para o meu espanto, os meus hormônios estavam com dosagens baixas. Tive dificuldade para engravidar e, quando finalmente aconteceu, dez semanas depois sofri um aborto espontâneo. Nem preciso dizer: sofri muito. Passado um tempo, continuei fazendo tratamentos hormonais e, em maio de 2007, soube que estava grávida novamente. Morri de medo. Temia perder o bebê outra vez. Talvez por esse estado psicológico, tive muito inchaço, náuseas, crises de vômitos e de azia, ao longo da gestação inteira.

Quando chegou o momento certo, os médicos resolveram induzir o parto normal. Senti as contrações durante treze horas até o Lohan nascer – sem anestesia, por sinal. Até desmaiei depois, porque tive uma hemorragia intensa. Gostaria de contar que a nossa história terminou com um final feliz aqui, mas meu filho ainda passou oito dias internado por causa de um problema no sangue. Ufa!

Faço questão de relatar tudo isso para mostrar às outras mulheres que é importante ter força e coragem. Hoje ele está com 1 ano e 2 meses e é uma criança forte, alegre e superapegada ao pai, que, aliás, foi meu maior aliado nesse período de superação e conquistas.




Veja todos os tópicos         Voltar        Mande sua história

PUBLICIDADE: